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Candidato a vice de Macri disse que assinatura do memorando com o Irã durante o kirchnerismo foi um

Por Agencia Télam

13-07-2019 03:15

Pré-candidato a vice-presidente pela aliança governista Juntos por el Cambio, Miguel Pichetto, afirmou que não houve crime do kirchnerismo na assinatura do Memorando com o Irã para tratar de esclarecer o atentado contra a AMIA, embora reconheceu que foi um "erro de natureza política internacional".

"Pode ser compartilhado ou não; à luz dos acontecimentos foi equivocado e a própria justiça tem declarado inconstitucional o memorando, mas não visualizou nenhum tipo de atividade ilegal por parte dos que promoveram este acordo e eu o disse inclusive como testemunha no chamado 'caso Memorando'", onde a ex- presidenta Cristina Fernández está acusada por acobertamento.

Desta forma, Pichetto coincidiu com o candidato a presidente do Frente de Todos, Alberto Fernández, o qual considerou que esse pacto é um assunto político "não judicial".

A investigação pela assinatura do Memorando com o Irã foi levada perante o Tribunal Oral Federal 8 e o juiz Bonadío, e entre os acusados estão a ex- presidenta, o ex -funcionário Carlos Zannini e o referente social Luis D'Elia, entre outros, e está baseado na ação interposta por suposto acobertamento do falecido ex-representante da Unidade de Promotoria Fiscal AMIA, Alberto Nisman.

Pichetto falou na Delegação de Associações Israelenses Argentinas (DAIA), onde se reuniu com suas autoridades lideradas pelo presidente, Jorge Knoblovits, e rendeu homenagem para as vítimas do atentado contra a AMIA, ainda impune e do qual na próxima quinta serão completados 25 anos. (Télam)